domingo, 25 de março de 2012

Queremos ver Jesus

Toda pessoa, quando se encontra diante de alguém, ou o aceita (admira e acolhe), ou o recusa (rejeita e detesta), ou lhe fica indiferente (não reage).
Assim aconteceu com Jesus e acontece com cada um de nós. Muitos desejam ver Jesus; outros procuram afastá-lo sempre mais longe da sociedade – há até campanhas para tentar apagar sua imagem; outros são indiferentes para com ele. O grupo dos gregos, no evangelho, mostra uma aspiração que percorre os séculos. Apesar de tudo, a figura de Jesus atrai a atenção dos que creem e até de muitos que afirmam não ter fé. 
Jesus é o grão lançado à terra, onde morre para renovar a vida de toda a humanidade. Como é necessário que o grão de trigo morra para poder brotar e produzir mais trigo, assim Jesus morre para que todos os que creem nele possam ter vida em abundância. Quando a pessoa adere a Jesus, aceitando a vida e a morte como norma de sua existência, compreende que o dom de si não é perda, mas fecundidade, ganho. Pondo a vida a serviço, não a diminui, mas a plenifica. Ainda que não percebamos, nossa doação é como a semente lançada no coração do outro, tornando melhor sua vida. 
A exemplo dos apóstolos Filipe e André, temos a missão de mostrar Jesus à humanidade. Se Cristo não mais está caminhando visivelmente sobre a terra, será necessário que alguém o mostre. Cabe a nós, que aderimos a ele, essa missão. E a melhor forma de mostrá-lo é por meio do nosso sincero testemunho individual e comunitário. Mesmo em uma sociedade secularizada, são muitos os que querem ver, conhecer e encontrar Jesus. Ele é a resposta aos anseios mais profundos do ser humano. 
A sociedade moderna necessita de testemunhos que deem sentido a sua vida desorientada. O mundo está poluído com palavras ruidosas, mas tem sede de ver Jesus. Para saciar essa sede, nada melhor do que o testemunho sincero dos seus seguidores.
 
Pe. Nilo Luza, ssp

quinta-feira, 22 de março de 2012

"A ocasião faz o ladrão"

Tenho um sono muito leve, e numa noite dessas notei que tinha alguém andando sorrateiramente no quintal de casa. Levantei-me em silêncio e fui acompanhando os leves ruídos que vinham lá de fora, até ver uma silhueta que passou pela janela do quarto. Como a minha casa até é muito segura, com alarme, grades nas janelas e nas portas, não fiquei preocupado, mas claro que eu não ia deixar um ladrão andar ali, tranquilamente. Telefonei para a polícia, para informar sobre a ocorrência... Perguntaram-me se o ladrão estava armado ou se já estava no interior da casa. Esclareci que não. Então me disseram que não tinham nenhuma viatura por perto para ajudar, mas que iriam mandar alguém logo que fosse possível...
Um minuto depois liguei de novo e disse com a voz calma:
- Eu liguei há pouco porque alguém estava no meu quintal. É para informar que já não é preciso muita pressa, porque eu já matei o ladrão com um tiro de uma pistola calibre 9 mm, que tinha guardada há anos para estas situações. O tiro fez um belo buraco no pobre diabo!
Passados menos de três minutos, estavam na minha rua cinco carros da polícia, um carro do IML, uma unidade de resgate, duas equipes da TV,  e um representante de uma entidade de direitos humanos.
Acabaram por prender o ladrão em flagrante, que ficou boquiaberto ao olhar tudo o que se passava. Talvez ele estivesse pensando que aquela era a casa do General do Exército.
No meio do tumulto, o policial encarregado desta operação, aproximou-se de mim e disse:
-Pensei que tivesse dito que tinha matado o ladrão!!!
Eu respondi:
- Pensei que tivesse dito que não havia nenhuma viatura disponível.
 

                                                                                                                                             L. F. Veríssimo

terça-feira, 20 de março de 2012

"Um luxo radioso de sensações"

"... tinha suspirado, tinha beijado o papel devotamente! Era a primeira vez que lhe escreviam aquelas sentimentalidades, e o seu orgulho dilatava-se ao calor amoroso que saía delas, como um corpo ressequido que se estira num banho tépido; sentia um acréscimo de estima por si mesma, e parecia-lhe que entrava enfim numa existência superiormente interessante, onde cada hora tinha o seu encanto diferente, cada passo condizia a um êxtase, e a alma se cobria de um luxo radioso de sensações! 

Ergueu-se de um salto, passou rapidamente um roupão, veio levantar os transparentes da janela... Que linda manhã! Era um daqueles dias do fim de agosto em que o estio faz uma pausa; há prematuramente, no calor e na luz, uma certa tranqüilidade outonal; o sol cai largo, resplandecente, mas pousa de leve; o ar não tem o embaciado canicular, e o azul muito alto reluz com uma nitidez lavada; respira-se mais livremente; e já se não vê na gente que passa o abatimento mole da calma enfraquecedora. Veio-lhe uma alegria: sentia-se ligeira, tinha dormido a noite de um sono são, contínuo, e todas as agitações, as impaciências dos dias passados pareciam ter-se dissipado naquele repouso. Foi-se ver ao espelho" 

Eça de Queiroz, O Primo Basílio  

sábado, 17 de março de 2012

Baile de Aniversário - Loja Maçônica ÁGUIA DO ORIENTE Nº19


Para ingresso individuais, contatem : Duda, Elicarlos e Rummennig. Com os telefones acima.

Não Perca!!

Pedágios! Liberdade ou pagamento

POLÊMICA!!!

Aluna de 22 anos afirma: "NÃO PAGO PEDÁGIO EM LUGAR NENHUM ". O texto está correndo o Brasil! LEIA:

06/06/2011
"A Inconstitucionalidade dos Pedágios", desenvolvido pela aluna do 9º semestre de Direito da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) Márcia dos Santos Silva choca, impressiona e orienta os interessados.

A jovem de 22 anos apresentou o "Direito fundamental de ir e vir" nas estradas do Brasil. Ela, que mora em Pelotas, conta que, para vir a Rio Grande apresentar seu trabalho no congresso, não pagou pedágio e, na volta, faria o mesmo. Causando surpresa nos participantes, ela fundamentou seus atos durante a apresentação.
Márcia explica que na Constituição Federal de 1988, Título II, dos "Direitos e Garantias Fundamentais", o artigo 5 diz o seguinte:

"Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade " E no inciso XV do artigo: "é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens".

A jovem acrescenta que "o direito de ir e vir é cláusula pétrea na Constituição Federal, o que significa dizer que não é possível violar esse direito. E ainda que todo o brasileiro tem livre acesso em todo o território nacional O que também quer dizer que o pedágio vai contra a constituição".

Segundo Márcia, as estradas não são vendáveis. E o que acontece é que concessionárias de pedágios realiza contratos com o governo Estadual de investir no melhoramento dessas rodovias e cobram o pedágio para ressarcir os gastos. No entanto, no valor da gasolina é incluído o imposto de Contribuição de Intervenção de Domínio Econômico (Cide), e parte dele é destinado às estradas.

"No momento que abasteço meu carro, estou pagando o pedágio. Não é necessário eu pagar novamente Só quero exercer meu direito, a estrada é um bem público e não é justo eu pagar por um bem que já é meu também", enfatiza.

A estudante explicou maneiras e mostrou um vídeo que ensinava a passar nos pedágio sem precisar pagar. "Ou você pode passar atrás de algum carro que tenha parado. Ou ainda passa direto. A cancela, que barra os carros é de plástico, não quebra, e quando o carro passa por ali ela abre.

Não tem perigo algum e não arranha o carro", conta ela, que diz fazer isso sempre que viaja. Após a apresentação, questionamentos não faltaram. Quem assistia ficava curioso em saber se o ato não estaria infringindo alguma lei, se poderia gerar multa, ou ainda se quem fizesse isso não estaria destruindo o patrimônio alheio. As respostas foram claras. Segundo Márcia, juridicamente não há lei que permita a utilização de pedágios em estradas brasileiras.

Quanto a ser um patrimônio alheio, o fato, explica ela, é que o pedágio e a cancela estão no meio do caminho onde os carros precisam passar e, até então, ela nunca viu cancelas ou pedágios ficarem danificados. Márcia também conta que uma vez foi parada pela Polícia Rodoviária, e um guarda disse que iria acompanhá-la para pagar o pedágio. "Eu perguntei ao policial se ele prestava algum serviço para a concessionária ou ao Estado.

Afinal, um policial rodoviário trabalha para o Estado ou para o governo Federal e deve cuidar da segurança nas estradas. Já a empresa de pedágios, é privada, ou seja, não tem nada a ver uma coisa com a outra", acrescenta.
Ela defende ainda que os preços são iguais para pessoas de baixa renda, que possuem carros menores, e para quem tem um poder aquisitivo maior e automóveis melhores, alegando que muita gente não possui condições para gastar tanto com pedágios. Ela garante também que o Estado está negando um direito da sociedade. "Não há o que defender ou explicar. A constituição é clara quando diz que todos nós temos o direito de ir e vir em todas as estradas do território nacional", conclui. A estudante apresenta o trabalho de conclusão de curso e formou-se em agosto de 2008.

Ela não sabia que área do Direito pretende seguir, mas garante que vai continuar trabalhando e defendendo a causa dos pedágios.

E AGORA?

sexta-feira, 16 de março de 2012

O medo empata a vida

Todos nós, uma vez ou outra, sentimos medo. O medo é um sentimento que aniquila, fragiliza, embota nossos talentos, aprisiona nossa alma e tolhe nossa iniciativa. Qualquer situação desconhecida apresenta duas possibilidades de resultado quando a enfrentamos: ou saímos dela bem-sucedidos ou fracassamos. 

O medo nada mais é do que a fixação na derrota, a recusa da mente em considerar a possibilidade do bom resultado; a convicção neurótica de que, em hipótese alguma, seremos capazes de superar nossas limitações.

E, desta forma, muitos dos sonhos que alimentamos permanecem inatingíveis porque não nos permitimos transformar a fantasia em paredes, portas e janelas. Porém, a mudança de atitude é responsabilidade de cada um.

Ninguém pode assegurar sucesso, felicidade ou vitórias a ninguém - afinal, o risco sempre existe: podemos tentar e fracassar, apesar de todo o esforço.
No entanto, uma pergunta se impõem: o que vale mais - cem anos de segurança, resignação e frustrado ou um minuto de alegria e prazer?

Quem não arrisca fica protegido do perigo. Mas, enquanto não pulamos o muro do medo, não sabemos o que existe do outro lado. Quem ousaria apostar que, ao invés do fim, não encontraremos lá o sentido de nossa vida?
Quem nos pode assegurar, sem medo de errar, que não nos aguarde lá - do outro lado do muro - o fim de nosso arco-íris, o nosso potinho de ouro? Quem?!

Paz!

Avance sempre

Na vida as coisas, às vezes, andam muito devagar.

Mas é importante não parar. Mesmo um pequeno avanço na direção certa já é um progresso, e qualquer um pode fazer um pequeno progresso. Se você não conseguir fazer uma coisa grandiosa hoje, faça alguma coisa pequena. Pequenos riachos acabam convertendo-se em grandes rios. Continue andando e fazendo.

O que parecia fora de alcance esta manhã vai parecer um pouco mais próximo amanhã ao anoitecer se você continuar movendo-se para frente. A cada momento intenso e apaixonado que você dedica a seu objetivo, um pouquinho mais você se aproxima dele.

Se você pára completamente é muito mais difícil começar tudo de novo. Então continue andando e fazendo. Não desperdice a base que você já construiu. Existe alguma coisa que você pode fazer agora mesmo, hoje, neste exato instante.

Pode não ser muito mas vai mantê-lo no jogo. Vá rápido quando puder. Vá devagar quando for obrigado. Mas, seja lá o que for, continue. O importante é não parar!

FRATERNALMENTE!!
Paz!

Oração Hebraica


Senhor, se eu te amar por querer o Céu, exclui-me dele...
Se eu te amar por medo do inferno, joga-me nele...

Agora, se eu te amar pelo que Tu és, Senhor, não me
escondas o rosto...

(Oração do século VI A.C., encontrada em descobertas arqueológicas na Palestina, no início do século XX.)